quarta-feira, 22 de junho de 2016

STOP THE KOCH BROTHERS' ATTACK ON VETERANS - SIGN THE PETITION

de:Rick Hegdahl, Iraq War veteran via Daily Kos campaigns@dailykos.com por sg.actionnetwork.org 
responder a:campaigns@dailykos.com
para:sccbesme.humanidade@gmail.com
data:22 de junho de 2016 20:23
assunto:Sign the petition: Stop the Koch Brothers' attack on veterans
enviado por:mailings1.sg.actionnetwork.org
assinado por:sg.actionnetwork.org
Dear Compatriots,

   There are over 8 million veterans enrolled to receive a wide range of services through the Veterans Administration. In 2013 alone, the VA accommodated almost 90 million outpatient visits; that's an average of almost 250,000 appointments every day. 

Those numbers should help explain why for-profit hospitals and people like the Koch Brothers are fighting so hard to privatize veterans' health care. 

I served two tours in Kuwait during Operation Iraqi Freedom, and I get great care from the VA. And while we should always strive to decrease wait times, I am not alone. According to independent polls, over 90% of veterans approve of their inpatient and outpatient care through the VA. 

In 2014 after the VA crisis, Congress passed a large veterans health care bill that authorized funds to hire more doctors and nurses to keep up with the influx of veterans recently returned from two new wars overseas. But the legislation also called for a commission to develop recommendations for improving veterans' health care (The Commission on Care). And I am sad to tell you, a number of members of the commission are trying to phase out all VA hospitals and clinics over the next two decades. 

We can stop them. 


Privatizing the system would severely under-fund the department, leaving many veterans with service-connected injuries out in the cold. Often times, VA centers are equipped to deal with specialized care, amputations and traumatic brain injuries, in a way a local doctor or hospital may not be. 

For veterans in need of specialized care, both physical and mental, they may not have a caregiver to turn to in their area.

But more to the point, as a RAND study recently indicated, "the quality of care provided by the VA health system generally was as good as or better than other health systems on most quality measures." 


This is not only a very real legislative issue, but it will also be an election issue. The Koch Brothers, who have an employee on the "Commission on Care," are going to spend untold millions on the presidential and senate races through their shell organization, Concerned Veterans for America. 

That is why it is so important we stand together to make our voices heard. 

All my best, 

Rick Hegdahl 
Iraq War Veteran 
VoteVets

sexta-feira, 10 de junho de 2016

FRASES DE EDMUND BURKE


Edmund Burke (12 de janeiro de 1729 - 9 de julho de 1797) 

  Era um estadista, um escritor, um autor, um orador e um filósofo político, que serviu por muitos anos em terras comuns britânicas como um membro do partido Whig.

É recordado principalmente para sua sustentação das colônias americanas no esforço de encontro ao rei George III, durante a revolução francesa.

Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco.
Para o triunfo do mal só é preciso que os bons homens não façam nada.
É um erro popular muito comum acreditar que aqueles que fazem mais barulho a lamentarem-se a favor do público sejam os mais preocupados com o seu bem-estar.
Não há conhecimento que não tenha valor.
Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados
Inovar não é reformar. Só se modifica aquilo que se substitui.
A lei tem dois e apenas dois fundamentos: a equidade e a utilidade; mas quando a Política comanda o Judiciário, a Justiça sai pela janela.
No meio de um povo geralmente corrupto a liberdade não pode durar muito
Os que têm muito a esperar e nada a perder serão sempre perigosos
Quem luta contra nós reforça nossos nervos e aguça as nossas habilidades. O nosso antagonista é quem mais nos ajuda.
Se controlarmos a nossa riqueza, seremos ricos e livres; se a nossa riqueza nos controlar, seremos na verdade pobres.
Quanto maior o poder, mais perigoso é o abuso.
A liberdade também deve ser limitada a fim de ser possuída.
O único critério infalível de sabedoria para as mentes banais - sucesso ($).
A economia é uma virtude distributiva e consiste não em poupar mas em escolher.
O uso da força tem apenas um efeito temporário. Pode subjugar por certo tempo, mas não remove a necessidade de subjugar 







sábado, 4 de junho de 2016

“Ao Povo e ao Governo da República Popular da China”


NOTA:

NESTE MOMENTO ESTE LIVRO É CHAMADO NO CONTESTO, PARA MOSTRAR O QUE ACONTECEU NA CHINA, COM O GENERAIS QUE VENDIAM  PEDAÇOS DO TERRITÓRIO CHINÊS PARA O JAPÃO. ALGO SEMELHANTE OCORRE POR AQUI DESDE FHC E COM TEMER, NA VENDA DA VALE DO RIO DOCE, DO SISTEMA DE TELE COMUNICAÇÕES  E AGORA COM A PRETENDIDA VENDA DO PRÉ-SAL. AQUI OS GENERAIS NÃO VENDEM, MAS CONSENTEM  POR NÃO SEREM NEM PATRIOTAS E NEM NACIONALISTAS BRILHANTES, FAZEM OUVIDO DE MERCADOR. LÁ, NA CHINA, OS CRIMES CONTRA A PÁTRIA FORAM MAIS TARDE PENALIZADOS COM FUZILAMENTO. LÁ COMO NOS USA NÃO EXISTEM DIREITOS HUMANOS. LÁ EXISTEM DEVERES A SEREM CUMPRIDOS: INDIVIDUAIS, DOMÉSTICOS, PATRIÓTICOS E COM A HUMANIDADE. ATENTEM DESDA PAGINA 101, EM DIANTE – ESPELHO ATUAL DO BRASIL -




 
     









Ao Povo e ao Governo da República Popular da China”

O livro aborda a evolução da história da civilização chinesa, as influências externas, as explicações científicas do comportamento da inteligência fetichista chinesa, face à inteligência teológica dos ocidentais e outros temas. Os resultados esperados com a compreensão do modo de sentir, de pensar e de agir do povo chinês,que favorecerá a velocidade e a realização dos interesses envolvidos nos intercâmbios comerciais, sociais, culturais, científicos e tecnológicos, minimizando os possíveis desentendimentos que venham a ocorrer involuntariamente entre os brasileiros e de outras civilizações estrangeiras, com a civilização chinesa.
Tendo como objetivo educar e instruir os brasileiros e outros povos envolvidos em intercâmbio comercial, social, cultural, científico e tecnológico com a China, sobre o modo de sentir, pensar e agir dos chineses, de modo a minimizar os possíveis atritos causados involuntariamente no contato entre os outros povos e os chineses, inclusive o nosso.
O livro apresenta uma sugestão de alternativa do regime comunista chinês, com bolsões de capitalismo globalizado, para o regime republicano Societocrático-Trabalhista/Capitalista Policiado, de fundamento positivista.
O livro propõe a criação de um grupo de trabalho com a participação do autor-proponente na Academia de Ciências Sociais da China através da Embaixada da China em Brasília, para estudarem as propostas do filósofo Augusto Comte, para uma saída nobre, não só para o povo Chinês, como para outras Nações, objetivando uma espécie de 4a Via.
Face ao crescimento no intercâmbio comercial, social, cultural, científico e tecnológico brasileiro, com a China e ao pouco conhecimento que a maioria dos brasileiros tem a respeito da civilização chinesa, recomenda uma apresentação geral de como sentem, pensam e agem os chineses.
 Não é um pequeno “manual prático”, mas uma apresentação geral da civilização chinesa.
A formação intelectual brasileira sendo de cunho teológico terá dificuldades em relacionar-se com os chineses, se não for preparada para entender o comportamento desse povo, no seu modo fetichico de sentir, pensar e agir.
Esse intercâmbio só tende a crescer, pois, além da dimensão geopolítica e geo-econômica que a China alcança no cenário mundial, todos os olhos do mundo estarão voltados para as Olimpíadas de 2008.
A proposta de sugestão de mudança do regime chinês para republicano societocrático-trabalhista/capitalista é estratégica, porque essa Nação ocupa o topo da formação moral de cunho fetichico, favorecendo, assim, a evolução mais rápida para um estado científico, pacífico e humanista de regime, sem passar pelos estados teológico e metafísico.
Para melhor conhecer o conteúdo do livro vide  seu índice  
O Presidente da República francesa, Jean Jacques Chirac, agradeceu o recebimento eletrônico do livro - clique aqui