domingo, 16 de abril de 2017

TESTE DOS PRIMEIROS PARÁGRAFOS

TESTE


A Crise de Corrupção do Brasil


 “ Há seis décadas, muito antes da votação do Senado brasileiro em agosto de 2016 para acusar a presidente Dilma Rousseff (1) para retirá-la do cargo, um dos líderes mais amados da história do país foi cercado por escândalos próprios (Ele não participou de nenhum escândalo, ele foi envolvido de forma macabra.)  O presidente Getúlio Vargas, um gaucho sonoro, de voz grave, do sul do Brasil, havia concedido novos direitos, incluindo férias pagas, a uma geração de trabalhadores nas décadas de 1930 e 1940. Férias e 130 salário para fazer o trabalhador  não ser um escravo e apresentar muitos outras vantagens para aquecer o mercado consumidor  e  gerar mais lucros para as empresas dos Patronais. 

Mas depois que Vargas voltou ao poder em 1951, um de seus principais assessores (Um Covarde Segurança que agiu por conta própria) foi acusado de assassinato, e o próprio Vargas enfrentou alegações de que o Banco do Brasil  tinha concedido empréstimos benevolentes a um jornalista pró-governo. http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/ultima-hora-de-samuel-wainer-um-jornal-inovador-que-nasceu-em-1951-19408074  - O PERIÓDICO ULTIMA HORA E SUA RELEVÂNCIA NA HISTÓRIA DA MÍDIA IMPRESSA BRASILEIRA

"Sinto que estou em um mar de lama", lamentou Vargashttp://brasilescola.uol.com.br/historiab/atentado-rua-tonelero.htm
Depois de uma reunião de gabinete na noite de 24 de agosto de 1954, não conseguiu resolver a crise, (Na verdade a reunião deu-se na véspera, dia 23/08/ 1954 e no Dia 24 de agosto de 1954, Getúlio Vargas se mata com um tiro no Palácio do Catete. Atentado a Lacerda aumentou pressão. Na carta-testamento, críticas à campanha de grupos internacionais, aliados a grupos nacionais – hoje FIESP revoltados contra garantia do trabalho' – O que aconteceu no Palácio do Catete, na noite do suicídio -  http://palacazgrandesartigos.blogspot.com.br/2015/11/o-que-aconteceu-na-noite-da-morte-de.html  Leia mais sobre esse assunto em http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/dia-24-de-agosto-de-1954-getulio-vargas-se-mata-com-um-tiro-no-palacio-do-catete-9680853#ixzz4eSJwNjye )



sábado, 15 de abril de 2017

HISTÓRIA DESTORCIDA E SOLUÇÃO INADEQUADA


A Crise de Corrupção do Brasil



 Há seis décadas, muito antes da votação do Senado brasileiro em agosto de 2016 para acusar a presidente Dilma Rousseff (1) para retirá-la do cargo, um dos líderes mais amados da história do país foi cercado por escândalos próprios (Ele não participou de nenhum escândalo, ele foi envolvido de forma macabra.)  O presidente Getúlio Vargas, um gaucho sonoro, de voz grave, do sul do Brasil, havia concedido novos direitos, incluindo férias pagas, a uma geração de trabalhadores nas décadas de 1930 e 1940. Férias e 13 salário para fazer o trabalhador  não ser um escravo e apresentar muitos outras vantagens para aquecer o mercado consumidor  e  gerar mais lucros para as empresas dos Patronais. 

Mas depois que Vargas voltou ao poder em 1951, um de seus principais assessores (Um Covarde Segurança que agiu por conta própria) foi acusado de assassinato, e o próprio Vargas enfrentou alegações de que o Banco Brasil  tinha concedido empréstimos benevolentes a um jornalista pró-governo. (1) http://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/ultima-hora-de-samuel-wainer-um-jornal-inovador-que-nasceu-em-1951-19408074 Foi antes do início de 1951 que foi concedido os empréstimos para o jornal Última Hora para defesa do Nacionalismo e Patriotismo Trabalhista.
"Sinto que estou em um mar de lama", lamentou Vargashttp://brasilescola.uol.com.br/historiab/atentado-rua-tonelero.htm

Depois de uma reunião de gabinete na noite de 24 de agosto de 1954, não conseguiu resolver a crise, (Na verdade a reunião deu-se na véspera, dia 23/08/ 1954 e no Dia 24 de agosto de 1954, Getúlio Vargas se mata com um tiro no Palácio do Catete. Atentado a Lacerda aumentou pressão. Na carta-testamento, críticas à campanha de grupos internacionais, aliados a grupos nacionais – hoje FIESP revoltados contra garantia do trabalho' – O que aconteceu no Palácio do Catete, na noite do suicídio -  http://palacazgrandesartigos.blogspot.com.br/2015/11/o-que-aconteceu-na-noite-da-morte-de.html  Leia mais sobre esse assunto em http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/dia-24-de-agosto-de-1954-getulio-vargas-se-mata-com-um-tiro-no-palacio-do-catete-9680853#ixzz4eSJwNjye )

Desde então, os escândalos de corrupção continuam a transformar rotineiramente a política brasileira. Em 1960, o mercenário Jânio Quadros venceu a presidência fazendo campanha com uma vassoura, prometendo varrer os "ratos" ladrões em Brasília - só para desistir depois de oito meses tumultuados no cargo. Depois de um golpe militar de 1964, o desgosto generalizado com a corrupção de políticos civis ajudou os generais do Brasil a manter o poder por duas décadas. Em 1992, Fernando Collor de Mello - o primeiro presidente a ser eleito após a restauração da democracia - foi impugnado por alegações de que ele e membros de seu círculo interno haviam desviado milhões.
Em agosto passado, Rousseff, a primeira mulher presidente do país, se tornou a mais recente política brasileira a ver sua carreira naufragada em parte por revelações de enxerto. As razões técnicas para o seu impeachment eram que tinha manipulado o orçamento federal para esconder a escala dos défices crescentes do país. Na realidade, no entanto, o impeachment foi impulsionado pela raiva pública em um presidente que tinha supervisionado a pior recessão do país em mais de um século e pela exposição de um escândalo de corrupção multibilionária que fez Vargas "mar de lama" Lagoa minúscula A Operação Lavagem de Carros, descobriu o inquérito, revelou um enxerto maciço envolvendo autoridades governamentais, líderes empresariais e a Petrobras, empresa estatal controlada pelo governo, presidida por Rousseff antes de se tornar presidente em 2011. Embora Rousseff não seja acusada de lucrar pessoalmente com o esquema de corrupção, os promotores dizem que lucros ilegais foram usados ​​para financiar suas vitórias eleitorais em 2010 e 2014 (Rousseff nega qualquer irregularidade). Vários operários de seu Partido dos Trabalhadores, incluindo seu ex-tesoureiro, guru da mídia de Rousseff e um ex-senador, foram presos por crimes de lavagem de dinheiro e outros crimes.
O sucessor de Rousseff, o presidente Michel Temer , tomou posse esperando virar a página - sem sucesso. Alguns dentro do Partido Democrático Democrático (PMDB) centrista de Temer, incluindo vários membros do gabinete de Temer, também estavam supostamente envolvidos na corrupção na Petrobras. Poucas semanas depois que Temer assumiu o cargo, seu ministro da Trans- parência, Fabiano Silveira, foi forçado a renunciar depois que uma gravação secreta foi vazada, na qual ele apareceu para aconselhar o presidente do Senado, outro membro do PMDB, sobre como evitar a acusação. Em uma pesquisa de fevereiro, 65 por cento dos brasileiros entrevistados disseram que achavam que o governo de Temer era tão corrupto (ou mais) do que Rousseff. Apenas 10% aprovaram o desempenho de seu governo,
Com a raiva pública em ascensão ea economia ainda estagnada, a democracia brasileira está agora em seu ponto mais vulnerável desde o retorno do governo civil há três décadas e corre o risco de cair em uma disfunção de longo prazo ou no "autoritarismo macio" que atualmente varre o globo. As lutas de Rousseff e Temer, como as de seus predecessores, ilustram por que é hora de o Brasil adotar uma abordagem radicalmente nova para prevenir a corrupção . Somente renunciando aos seus privilégios especiais e comprometendo-se com uma verdadeira reforma, os políticos brasileiros poderão evitar o desastre e recuperar a confiança do público.
LAVADOS
A história da corrupção na América Latina tem sido geralmente uma das manchetes dramáticas, mas poucas conseqüências para os culpados. Enquanto estava no cargo, Carlos Menem, presidente da Argentina durante a década de 1990, orgulhosamente dirigiu uma Ferrari vermelha brilhante que ele tinha recebido como um presente de um empresário. "É meu, meu, meu!" Ele cantou. O comportamento descarado de Menem refletia a crença de muitos políticos de que seriam protegidos da raiva pública, seja pelo crescimento econômico, seja por instituições flexíveis. No México, por exemplo, o Partido Revolucionário Institucional, há muito tempo dominante, controlava os tribunais e os meios de comunicação, protegendo os presidentes do país dos escândalos que terminavam a carreira.
A democracia brasileira está em seu ponto mais vulnerável desde o retorno do governo civil há três décadas.

Só no Brasil a corrupção derrubou um governo após o outro. Alguns analistas culpam o tamanho continental do Brasil e seus fortes centros regionais de poder, que produziram um grande número de partidos políticos - em um ponto, a coalizão de Rousseff no Congresso incluiu mais de 20. Os próprios partidos têm identidades ideológicas fracas e pouca força para reforçar a lealdade entre Seus membros, o que muitas vezes obriga os presidentes a negociar com os legisladores individualmente para obter leis aprovadas. Isso, por sua vez, cria fortes incentivos para que os políticos recorram ao suborno para ajudar a forjar alianças.
Outros estudiosos argumentam que o Brasil não é mais torto que seus pares regionais, apontando para pesquisas como o Índice de Percepção de Corrupção da Transparência Internacional, que classifica o Brasil como menos corrupto do que Argentina e México. A corrupção brasileira é simplesmente mais provável de ser detectada , eles afirmam. O Brasil tem uma imprensa livre especialmente vigorosa, um ramo judicial independente e bem dotado de recursos, e uma classe operária grande e teoricamente marginalizada que, em meio a níveis de desigualdade que são altos mesmo para os padrões latino-americanos, está quase sempre pronta para ligar seus líderes Na queda de um chapéu.
Seja qual for a verdade, nas últimas décadas, a corrupção sistêmica do Brasil tornou-se mais insustentável. A Constituição de 1988 concedeu extraordinária autonomia aos promotores brasileiros, deixando-os livres para investigar e prender membros da elite política e empresarial com pouco medo de reversão ou retribuição. Como em outras partes do mundo, as mudanças tecnológicas, incluindo a ascensão do Facebook e Twitter, tornaram mais fácil para os cães de guarda recolher provas, publicar alegações e mobilizar manifestações anticorrupção. E o boom econômico que o Brasil desfrutou na primeira década deste século, impulsionado em parte pela demanda chinesa por suas commodities, criou uma classe média nova e educada que exige uma melhor governança de seus líderes. Há uma década, o desemprego e a fome estavam no topo das preocupações dos eleitores; hoje,
O presidente brasileiro, Michel Temer, em sua cerimônia de posse em Brasília, Brasil, em agosto de 2016.
Esses fatores vieram à cabeça no escândalo Car Wash. Em 2013, a polícia brasileira descobriu um negócio ilegal de transferência de dinheiro escondido atrás de um posto de gasolina. Em troca de um acordo, um dos lavadores de dinheiro que eles prenderam, um homem chamado Alberto Youssef, disse aos investigadores sobre seu papel em um esquema que canalizou bilhões de dólares da Petrobras e de outros gigantes corporativos para políticos brasileiros e seus associados. Desde então, uma equipe de promotores construiu evidências baseadas em pechinchas adicionais, além de uma extensa rede de registros bancários nacionais e internacionais . Muitos dos magnatas mais famosos do Brasil foram presos, incluindo o magnata do petróleo Eike Batista, a sétima pessoa mais rica do mundo em 2012, de acordo com a revista Forbes .Os promotores,
Enquanto isso, o antigo establishment político do Brasil tem subestimado consistentemente tanto a tenacidade dos promotores eo apoio de que gozam do público brasileiro. Ao assumir o cargo, o Temer, de 76 anos, poderia ter designado assessores que não estavam contaminados pelo escândalo da lavagem de carros. Em vez disso, ele reuniu um gabinete totalmente masculino e branco (apesar do fato de que mais de 50% dos brasileiros se definem como negros ou mestiços) que incluíam numerosos políticos já sob investigação por corrupção. A idéia, ao que parece, era que ao reunir uma equipe de políticos experientes, se não fosse popular, ele seria capaz de aprovar legislação, inclusive uma reforma do sistema de aposentadoria excessivamente generoso do Brasil, que restauraria a confiança dos investidores. Uma vez que o crescimento econômico voltou, Temer e seus assessores acreditaram,
Talvez previsível, esta abordagem tem um tiro pela culatra. Em meio a uma torrente implacável de novas alegações decorrentes do caso da Petrobras e outras investigações, cinco outros ministros do gabinete de Temer, além de Silveira, renunciaram ou perderam seus empregos. Em dezembro, grandes manifestações de rua explodiram depois que políticos brasileiros derrubaram um projeto de lei anticorrupção. A instabilidade política prejudicou a capacidade de Temer de executar sua agenda legislativa e assustou muitos investidores nacionais e estrangeiros, e a maioria dos economistas agora espera que a economia brasileira mal cresça em 2017. A única figura pública no Brasil, cuja classificação de aprovação está sempre acima de 50% Sérgio Moro, o juiz de 44 anos que supervisiona a Operação Car Wash.
Só no Brasil a corrupção derrubou um governo após o outro.
Com o termo de Temer terminado em dezembro de 2018, provavelmente é tarde demais para ele relançar seu governo em um molde mais transparente. Mas seu sucessor terá uma oportunidade de ouro para mostrar que ele ou ela aprendeu as lições da Operação Car Wash. Somente priorizando a luta contra a corrupção sistêmica e tornando a transparência um princípio norteador da política governamental, os políticos do Brasil podem recuperar o apoio de seus eleitores, Inspirar confiança entre os investidores e acabar com a crise econômica do país. Essa estratégia - chamada de "transparência radical" - é a melhor esperança do país para a recuperação.
O MELHOR DESINFECTANTE
A transparência radical deve começar no topo, e exige reformas profundas, bem como medidas simbólicas destinadas a recuperar a confiança do público. Para começar, o próximo presidente do Brasil deve nomear um gabinete que é completamente intocado pelos escândalos dos últimos anos. Para reforçar seu compromisso de trazer novos personagens à política nacional, o presidente deve reservar metade de todos os cargos do gabinete para as mulheres e uma cota menor para pessoas com menos de 40 anos, seguindo a liderança da Colômbia, que introduziu essa mesma política no país. Primeiros anos deste século. O governo também deve publicar declarações listando os bens de cada ministro e renda recente no site oficial da presidência.
Mas para reduzir significativamente a corrupção, os legisladores brasileiros devem fazer reformas políticas mais profundas. O mais óbvio é abolir a chamada posição privilegiada do Brasil, uma lei sob a qual apenas a Suprema Corte pode julgar altos funcionários do governo, incluindo o presidente, ministros do gabinete e membros do Congresso, por supostos crimes. Esta disposição, que tem suas origens no século XIX domínio colonial Português, foi projetado para proteger os funcionários públicos de alto nível de veredictos politizadas por tribunais inferiores. Mas dado que a Suprema Corte lida com mais de 100.000 casos por ano, os julgamentos de políticos costumam se prolongar por vários anos - se ocorrerem. O resultado é quase impunidade para as cerca de 22 mil pessoas que atualmente gozam de alguma versão deste privilégio, O que ajuda a explicar porque muito mais executivos do que políticos têm sido presos até agora no escândalo Car Wash. Retirá-lo, o que exigiria que o Congresso alterasse a Constituição, melhoraria drasticamente as probabilidades de políticos corruptos irem para a prisão sem atrasos desordenados.
Manifestantes protestam contra a presidente Dilma Rousseff, em São Paulo, Brasil, em março de 2016.
O próximo presidente do Brasil poderia complementar esta mudança ao direcionar maiores recursos para a Polícia Federal; O Ministério da Transparência, Supervisão e Controles; O Tribunal Superior Eleitoral; E outros órgãos que investigam e processam enxerto e fraude. O Brasil já possui algumas das mais rigorosas leis anticorrupção da região, incluindo uma lei de liberdade de informação de 2011, uma lei de 2013 que regula a conduta do setor privado e uma lei de 2016 que exige maior transparência financeira em empresas estatais como a Petrobras. Mas, como diz a irônica expressão brasileira, alguns leis não pegam , geralmente porque o governo não fornece os recursos para impô-los. De acordo com o sindicato de seus empregados, por exemplo, A Polícia Federal está tão presa por dinheiro que só tem um agente por cada 200 casos; O sindicato pediu que o tamanho da força fosse dobrado para acompanhar a demanda. Outros países abalados pela Operação Lavagem de Carro - a investigação acompanhou o dinheiro além das fronteiras do Brasil para a Colômbia e o Peru - já tomaram medidas semelhantes : em fevereiro, o presidente peruano anunciou que iria triplicar o financiamento para os promotores anticorrupção.
Se o governo quiser reprimir o tipo de corrupção descoberto na Petrobras, ele deve se concentrar em locais onde os setores público e privado se cruzam. Isso significa publicar todos os termos, lances e resultados para projetos de aquisição e infra-estrutura e instituir multas mais duras para as empresas quando os projetos ir horas extras ou acima do orçamento. Uma proposta que o Congresso está considerando obrigaria as entidades governamentais, incluindo empresas estatais, a dedicar pelo menos dez por cento de seus orçamentos de publicidade para educar o público sobre os perigos da corrupção e divulgar os outlets para denunciantes. Esta é uma boa idéia, eo governo também deve trabalhar com o Congresso para elaborar um novo quadro para o financiamento das campanhas,
Finalmente, o próximo governo deve trabalhar com o Congresso para aprovar uma legislação que reduziria o número de partidos políticos, e com ele as oportunidades de corrupção. Em dezembro de 2016, 28 partidos estavam representados no Congresso do Brasil, e os pedidos estavam pendentes com as autoridades eleitorais para criar 52 partidos adicionais. A introdução de um mínimo de votos para entrar no Congresso poderia reduzir o número de partidos principais, digamos, oito ou dez, sem restringir indevidamente a diversidade política.
LIMPANDO
Muitos políticos brasileiros rejeitam essas propostas como impraticáveis ​​no atual clima político. Eles insistem que a verdadeira fonte de descontentamento público não é a corrupção, mas a economia, que se contraiu em quase 10% per capita desde 2014. O governo deve, portanto, economizar seu capital político, A criação de empregos, a simplificação de seu código tributário notoriamente bizantino e a melhor integração do Brasil - a economia mais fechada da América Latina - com o resto do mundo.
Há mais apoio agora para a mudança política radical do que em qualquer ponto em uma geração.
É verdade que recapturar o dinamismo que tirou milhões de brasileiros da pobreza é crítico. Mas o governo seria imprudente para descartar a indignação do público sobre a corrupção. Em uma pesquisa de 2016 , apenas 32% dos brasileiros entrevistados concordaram que a democracia é sempre a melhor forma de governo - uma queda de 22 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Se a insatisfação popular com a classe política continua tão alta, a democracia brasileira enfrentará uma ameaça existencial. O risco não é um golpe militar; Que era no Brasil terminou com a Guerra Fria. Em vez disso, o público poderia ser seduzido por um líder civil autoritário que empurra o Congresso de lado e restringe as liberdades democráticas. Alternativamente,
Com certeza, uma campanha anticorrupção levaria alguns riscos. Os presidentes que se comprometem a erradicar a corrupção recorrem freqüentemente à demagogia e tentam conduzir as investigações por conta própria, em vez de autorizar instituições judiciais independentes. As autoridades devem assegurar que as agências de aplicação da lei gastem quaisquer fundos adicionais de forma eficaz. Afinal, o Brasil já gasta mais do que seus pares regionais no setor judicial, mas muito do dinheiro vai para salários pródigos e regalias para os juízes, mesmo quando a polícia se queixam de que não podem dar ao luxo de encher seus carros com gás. Finalmente, os esforços para aumentar a transparência terminam freqüentemente em decepção. Os governos devem, assim, gerir as expectativas do público; O objetivo é reduzir significativamente a corrupção, não eliminá-la completamente.
No entanto, os líderes brasileiros têm uma oportunidade extraordinária. Há mais apoio agora para a mudança política radical do que em qualquer ponto em uma geração. Pesquisas mostram que os brasileiros estão convencidos de que a corrupção causou a pior crise de suas vidas. Em uma pesquisa nacional no final de 2016, 96% dos entrevistados disseram que queriam que a Operação Car Wash continuasse "sem importar o custo"; 70% disseram estar confiantes de que, graças à investigação, a corrupção declinaria no futuro. Nos últimos 35 anos, o Brasil venceu o autoritarismo, a hiperinflação e a fome. A adição de cor- rupção sistêmica a essa lista representaria um feito histórico.
Nos meses finais antes impeachment de Dilma, como a lavagem de carros sc Andal entrou em erupção e o colapso da economia, ela encomendou pesquisas internas secretas para avaliar sua posição política. Rousseff ficou surpresa ao saber que a figura mais popular no Brasil não era ela, Luiz Inácio Lula da Silva (conhecida como Lula), seu querido predecessor. Foi o Papa Francisco, cujo exemplo de austeridade e integridade ressoou num momento de enorme crise moral e que, em 2015, havia chamado o Vaticano a operar com "absoluta transparência". O próximo líder do Brasil deveria tomar nota.”


quinta-feira, 23 de março de 2017

Terror em Londres


360º - Terror em Londres: os detidos, os raides da polícia e as histórias dos portugueses - Por Miguel Pinheiro, Diretor Executivo
Sete pessoas foram detidas ao começo da manhã de hoje em seis raides policiais em Londres e Birmingham. A operação surge na sequência do ataque terrorista de ontem, que provocou quatro mortos e 20 feridos junto ao Parlamento britânico.

Entre os 40 feridos em Londres está um português, Francisco Lopes, de 26 anos. Ficou com dois cortes na perna esquerda e um na mão, foi assistido no hospital e teve alta ao fim do dia. Em declarações ao Observador, manteve a coragem: "Não podemos mostrar medo".

Outro português era casado com uma das vítimas mortais, Aysha Frade. No Observador, já temos um liveblog aberto para seguir este dia pós-atentado. Acompanhe tudo ao minuto aqui.

Do caos e do terror de ontem, saiu uma história que nos conforta: Tobias Ellwood, ministro para a Commonwealth, viu o polícia esfaqueado no chão e ajoelhou-se imediatamente para o ajudar, prestando-lhe os primeiros socorros. No Twitter alguém o chamou, simplesmente, "um homem bom".

Para perceber melhor a enorme confusão do dia:
·  Estas fotos mostram as primeiras horas depois do ataque;
·  Estes vídeos permitem ver como tudo se passou;
·  Estes testemunhos dão detalhes sobre o que aconteceu;
·  Estes cartoons de homenagem revelam como o ataque foi sentido em todo o mundo;
·  Estas capas dos jornais simbolizam a reação dos britânicos.



terça-feira, 3 de janeiro de 2017

KANT - AUGUSTO COMTE

Kant, foi um grande filósofo, alemão que viveu entre 1724 -1804, que completou o princípio de Aristóteles, já desenvolvido por Leibniz, relativo ao conceito Estático da Inteligência, combinando a influência Objetiva, reconhecida pelo grande filósofo grego, com a influência Subjetiva, desenvolvida por Leibniz :


Aristóteles: “Nada existe na Inteligência, que não provenha da sensação”, desenvolvida por Leibniz, que disse: “a não ser a própria Inteligência”; complementada por Kant, que esclareceu os termos de Subjetivo e Objetivo, da harmonia desta conclusão, preparando assim, a consolidação da unidade da Natureza Humana, estendendo a seu organismo Cerebral, tanto como ao Corporal, a subordinação ao Meio Exterior, que o serve de alimento, de excitante e de regulador.

Com estas informações o Mestre dos Mestres, Augusto Comte, teve condição de perceber a existência, de mais uma das 15 Leis Naturais, isto é, a quarta Lei da Filosofia Primeira, que se refere à ordem Subjetiva, e estabeleceu a subordinação, de suas construções, aos materiais Objetivos:

Lei da Construção Subjetiva - Pertencente à Seção mais Subjetiva das 15 Leis Naturais - Filosofia Primeira ou Fatalidade Suprema - do Segundo Grupo Essencialmente Subjetivo - da Segunda Série - das Leis Estáticas do Entendimento –  Lei esta percebida por Augusto Comte.

            “Subordinar as construções Subjetivas, aos materiais Objetivos”.
           
A Construção subjetiva é o que o nosso encéfalo elabora. Tudo o que pensamos, partindo de nós, provindo do sujeito, é por isso criação nossa, criação subjetiva. Mas tal construção não surge espontaneamente; não é inata. Resulta de elementos que ao Homem fornece o Mundo; provém de objetos introjetados, pelo sujeito; nasce de materiais objetivos. De sorte que toda construção subjetiva promana de uma correspondência entre dois mundos: o exterior - objetivo, e o interior - subjetivo.  Toda concepção depende do Homem e do Mundo, do sujeito e do objeto.

Devemos ao criar, criar explicitamente com base nas informações exteriores.

Evidenciemos a universalidade da Lei da Construção Subjetiva, verificando sua presença em todas as sete ciências positivas.

Na Matemática: Em uma superfície plana, a linha reta é o caminho mais curto entre dois pontos.Formula-se uma proposição oriunda da realidade refletida com relativa exatidão. A observação direta e precisa dos fatos geométricos, leva-nos a tal postulado.

Na Astronomia: A observação telescópica de certos fenômenos astronômicos levou alguns cientistas a formularem modelos matemáticos, levando-os a conclusões subjetivas, que depois foram comprovadas praticamente

Na Física: As observações objetivas realizadas em termologia levaram o Cientista Kelvin, por extrapolação à concepção teórica (subjetiva) do zero absoluto, temperatura esta que corresponderia ao esperado estado de ausência total de movimento da matéria (moléculas e sub partículas). 


Na Química: O químico Kekulé, ao estudar a fórmula estrutural do benzeno, observando os macacos se “divertindo” no zoológico, deparou-se com a seguinte cena: as duas mãos de um determinado macaco seguravam o rabo do outro, foi ai que se deu o estalo subjetivo - insight - imaginando com sua inteligência e raciocínio, as ligações duplas e simples alternadas do C6H6 (Benzeno), comprovando ai existência do carbono tetravalente: ajustando depois sua hipótese a experiências objetivas.

Na Biologia: Observando-se a dependência Objetiva de uma espécie em relação à outra se concebeu a noção de rede alimentar; esta noção serviu de base para interpretações subjetivas de um equilíbrio ecológico absoluto, em que todas as espécies desempenhariam um papel crucial, isto é, indispensável para com o restante do sistema; todavia, deve-se ajustar esta ultima concepção Subjetiva, de modo a evitar exageros absurdos, tais como o de não se eliminar espécies danosas, que provocaria uma elevação do tempo de vida das espécies positivas e convergentes.
                                                              
Na Sociologia: As observações (Objetiva) das Condições Morais, Geológicas, Geográficas, Econômicas, Culturais, de Fé, de Linguagem e de Educação, dependendo de suas intensidade e correlações, apontam a resultante, por análise Subjetiva, do encaminhamento, isto é, da tendência de uma sociedade, indicando os fatos futuros que poderão ocorrer, desde que não haja significativas oscilações nos fatores anteriormente observados; esta perspectiva uma vez dada vem regular-se por sua vez com o próprio encadeamento dos fatos.

Na Moral: As observações sobre as ações de um determinado indivíduo (objetiva), nos leva subjetivamente a indicar a resultante do seu futuro comportamento, em casos em que não foram observados anteriormente sob forma objetiva. Extrapolando inclusive para grupos de indivíduos de moral semelhante; e o acompanhamento da sua evolução pessoal vem, por sua vez regular a hipótese primordialmente formulada.

Augusto Comte está a anos luz na frente de Kant; mas se não fosse Aristóteles, Kant, Leibniz e outros, Augusto Comte provavelmente nada poderia ter feito, para chegar a onde chegou. Filosofia Científica.


Augusto Comte  sempre procurou comungar com as Leis Naturais para explicar os comportamentos dos fenômenos matemáticos, astronômicos, físicos, químicos, biológicos e registrou o que percebeu no comportamento humano em sociedade e registrou as Leis Naturais da Ciência Sociologia Positiva e mais tarde as Leis da Ciência da Construção ou Psicologia Científica, também conhecida Ciência Teórica Moral Positiva.

http://sccbesme-humanidade.blogspot.com.br/2013/01/em-teste-sinopse-das-15-leis-naturais.html

 Que comandam e são comuns  as 7 Ciências: matemática , astronomia, física, química, biologia, sociologia positiva e moral positiva.

Paulo Augusto Lacaz





  

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL


'The Fourth Industrial Revolution: what it means, how to respond' - by Klaus Schwab Founder and Executive Chairman, World Economic Forum - Thursday 14 January 2016

[........."The Fourth Industrial Revolution, finally, will change not only what we do but also who we are. It will affect our identity and all the issues associated with it: our sense of privacy, our notions of ownership, our consumption patterns, the time we devote to work and leisure, and how we develop our careers, cultivate our skills, meet people, and nurture relationships. It is already changing our health and leading to a “quantified” self, and sooner than we think it may lead to human augmentation. The list is endless because it is bound only by our imagination".......] (see video at article link) https://www.weforum.org/…/the-fourth-industrial-revolution…/ 

"We stand on the brink of a technological revolution that will fundamentally alter the way we live, work, and relate to one another. In its scale, scope, and complexity, the transformation will be unlike anything humankind has experienced before. We do not yet know just how it will unfold, but one thing is clear: the response to it must be integrated and comprehensive, involving all stakeholders of the global polity, from the public and private sectors to academia and civil society.
The First Industrial Revolution used water and steam power to mechanize production. The Second used electric power to create mass production. The Third used electronics and information technology to automate production. Now a Fourth Industrial Revolution is building on the Third, the digital revolution that has been occurring since the middle of the last century. It is characterized by a fusion of technologies that is blurring the lines between the physical, digital, and biological spheres.
There are three reasons why today’s transformations represent not merely a prolongation of the Third Industrial Revolution but rather the arrival of a Fourth and distinct one: velocity, scope, and systems impact. The speed of current breakthroughs has no historical precedent. When compared with previous industrial revolutions, the Fourth is evolving at an exponential rather than a linear pace. Moreover, it is disrupting almost every industry in every country. And the breadth and depth of these changes herald the transformation of entire systems of production, management, and governance.
The possibilities of billions of people connected by mobile devices, with unprecedented processing power, storage capacity, and access to knowledge, are unlimited. And these possibilities will be multiplied by emerging technology breakthroughs in fields such as artificial intelligence, robotics, the Internet of Things, autonomous vehicles, 3-D printing, nanotechnology, biotechnology, materials science, energy storage, and quantum computing.
Already, artificial intelligence is all around us, from self-driving cars and drones to virtual assistants and software that translate or invest. Impressive progress has been made in AI in recent years, driven by exponential increases in computing power and by the availability of vast amounts of data, from software used to discover new drugs to algorithms used to predict our cultural interests. Digital fabrication technologies, meanwhile, are interacting with the biological world on a daily basis. Engineers, designers, and architects are combining computational design, additive manufacturing, materials engineering, and synthetic biology to pioneer a symbiosis between microorganisms, our bodies, the products we consume, and even the buildings we inhabit.
Challenges and opportunities
Like the revolutions that preceded it, the Fourth Industrial Revolution has the potential to raise global income levels and improve the quality of life for populations around the world. To date, those who have gained the most from it have been consumers able to afford and access the digital world; technology has made possible new products and services that increase the efficiency and pleasure of our personal lives. Ordering a cab, booking a flight, buying a product, making a payment, listening to music, watching a film, or playing a game—any of these can now be done remotely.
In the future, technological innovation will also lead to a supply-side miracle, with long-term gains in efficiency and productivity. Transportation and communication costs will drop, logistics and global supply chains will become more effective, and the cost of trade will diminish, all of which will open new markets and drive economic growth.
At the same time, as the economists Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee have pointed out, the revolution could yield greater inequality, particularly in its potential to disrupt labor markets. As automation substitutes for labor across the entire economy, the net displacement of workers by machines might exacerbate the gap between returns to capital and returns to labor. On the other hand, it is also possible that the displacement of workers by technology will, in aggregate, result in a net increase in safe and rewarding jobs.
We cannot foresee at this point which scenario is likely to emerge, and history suggests that the outcome is likely to be some combination of the two. However, I am convinced of one thing—that in the future, talent, more than capital, will represent the critical factor of production. This will give rise to a job market increasingly segregated into “low-skill/low-pay” and “high-skill/high-pay” segments, which in turn will lead to an increase in social tensions.
In addition to being a key economic concern, inequality represents the greatest societal concern associated with the Fourth Industrial Revolution. The largest beneficiaries of innovation tend to be the providers of intellectual and physical capital—the innovators, shareholders, and investors—which explains the rising gap in wealth between those dependent on capital versus labor. Technology is therefore one of the main reasons why incomes have stagnated, or even decreased, for a majority of the population in high-income countries: the demand for highly skilled workers has increased while the demand for workers with less education and lower skills has decreased. The result is a job market with a strong demand at the high and low ends, but a hollowing out of the middle.
This helps explain why so many workers are disillusioned and fearful that their own real incomes and those of their children will continue to stagnate. It also helps explain why middle classes around the world are increasingly experiencing a pervasive sense of dissatisfaction and unfairness. A winner-takes-all economy that offers only limited access to the middle class is a recipe for democratic malaise and dereliction.
Discontent can also be fueled by the pervasiveness of digital technologies and the dynamics of information sharing typified by social media. More than 30 percent of the global population now uses social media platforms to connect, learn, and share information. In an ideal world, these interactions would provide an opportunity for cross-cultural understanding and cohesion. However, they can also create and propagate unrealistic expectations as to what constitutes success for an individual or a group, as well as offer opportunities for extreme ideas and ideologies to spread.
The impact on business
An underlying theme in my conversations with global CEOs and senior business executives is that the acceleration of innovation and the velocity of disruption are hard to comprehend or anticipate and that these drivers constitute a source of constant surprise, even for the best connected and most well informed. Indeed, across all industries, there is clear evidence that the technologies that underpin the Fourth Industrial Revolution are having a major impact on businesses.
On the supply side, many industries are seeing the introduction of new technologies that create entirely new ways of serving existing needs and significantly disrupt existing industry value chains. Disruption is also flowing from agile, innovative competitors who, thanks to access to global digital platforms for research, development, marketing, sales, and distribution, can oust well-established incumbents faster than ever by improving the quality, speed, or price at which value is delivered.
Major shifts on the demand side are also occurring, as growing transparency, consumer engagement, and new patterns of consumer behavior (increasingly built upon access to mobile networks and data) force companies to adapt the way they design, market, and deliver products and services.
A key trend is the development of technology-enabled platforms that combine both demand and supply to disrupt existing industry structures, such as those we see within the “sharing” or “on demand” economy. These technology platforms, rendered easy to use by the smartphone, convene people, assets, and data—thus creating entirely new ways of consuming goods and services in the process. In addition, they lower the barriers for businesses and individuals to create wealth, altering the personal and professional environments of workers. These new platform businesses are rapidly multiplying into many new services, ranging from laundry to shopping, from chores to parking, from massages to travel.
On the whole, there are four main effects that the Fourth Industrial Revolution has on business—on customer expectations, on product enhancement, on collaborative innovation, and on organizational forms. Whether consumers or businesses, customers are increasingly at the epicenter of the economy, which is all about improving how customers are served. Physical products and services, moreover, can now be enhanced with digital capabilities that increase their value. New technologies make assets more durable and resilient, while data and analytics are transforming how they are maintained. A world of customer experiences, data-based services, and asset performance through analytics, meanwhile, requires new forms of collaboration, particularly given the speed at which innovation and disruption are taking place. And the emergence of global platforms and other new business models, finally, means that talent, culture, and organizational forms will have to be rethought.
Overall, the inexorable shift from simple digitization (the Third Industrial Revolution) to innovation based on combinations of technologies (the Fourth Industrial Revolution) is forcing companies to reexamine the way they do business. The bottom line, however, is the same: business leaders and senior executives need to understand their changing environment, challenge the assumptions of their operating teams, and relentlessly and continuously innovate.
The impact on government
As the physical, digital, and biological worlds continue to converge, new technologies and platforms will increasingly enable citizens to engage with governments, voice their opinions, coordinate their efforts, and even circumvent the supervision of public authorities. Simultaneously, governments will gain new technological powers to increase their control over populations, based on pervasive surveillance systems and the ability to control digital infrastructure. On the whole, however, governments will increasingly face pressure to change their current approach to public engagement and policymaking, as their central role of conducting policy diminishes owing to new sources of competition and the redistribution and decentralization of power that new technologies make possible.
Ultimately, the ability of government systems and public authorities to adapt will determine their survival. If they prove capable of embracing a world of disruptive change, subjecting their structures to the levels of transparency and efficiency that will enable them to maintain their competitive edge, they will endure. If they cannot evolve, they will face increasing trouble.
This will be particularly true in the realm of regulation. Current systems of public policy and decision-making evolved alongside the Second Industrial Revolution, when decision-makers had time to study a specific issue and develop the necessary response or appropriate regulatory framework. The whole process was designed to be linear and mechanistic, following a strict “top down” approach.
But such an approach is no longer feasible. Given the Fourth Industrial Revolution’s rapid pace of change and broad impacts, legislators and regulators are being challenged to an unprecedented degree and for the most part are proving unable to cope.
How, then, can they preserve the interest of the consumers and the public at large while continuing to support innovation and technological development? By embracing “agile” governance, just as the private sector has increasingly adopted agile responses to software development and business operations more generally. This means regulators must continuously adapt to a new, fast-changing environment, reinventing themselves so they can truly understand what it is they are regulating. To do so, governments and regulatory agencies will need to collaborate closely with business and civil society.
The Fourth Industrial Revolution will also profoundly impact the nature of national and international security, affecting both the probability and the nature of conflict. The history of warfare and international security is the history of technological innovation, and today is no exception. Modern conflicts involving states are increasingly “hybrid” in nature, combining traditional battlefield techniques with elements previously associated with nonstate actors. The distinction between war and peace, combatant and noncombatant, and even violence and nonviolence (think cyberwarfare) is becoming uncomfortably blurry.
As this process takes place and new technologies such as autonomous or biological weapons become easier to use, individuals and small groups will increasingly join states in being capable of causing mass harm. This new vulnerability will lead to new fears. But at the same time, advances in technology will create the potential to reduce the scale or impact of violence, through the development of new modes of protection, for example, or greater precision in targeting.
The impact on people
The Fourth Industrial Revolution, finally, will change not only what we do but also who we are. It will affect our identity and all the issues associated with it: our sense of privacy, our notions of ownership, our consumption patterns, the time we devote to work and leisure, and how we develop our careers, cultivate our skills, meet people, and nurture relationships. It is already changing our health and leading to a “quantified” self, and sooner than we think it may lead to human augmentation. The list is endless because it is bound only by our imagination.
I am a great enthusiast and early adopter of technology, but sometimes I wonder whether the inexorable integration of technology in our lives could diminish some of our quintessential human capacities, such as compassion and cooperation. Our relationship with our smartphones is a case in point. Constant connection may deprive us of one of life’s most important assets: the time to pause, reflect, and engage in meaningful conversation.
One of the greatest individual challenges posed by new information technologies is privacy. We instinctively understand why it is so essential, yet the tracking and sharing of information about us is a crucial part of the new connectivity. Debates about fundamental issues such as the impact on our inner lives of the loss of control over our data will only intensify in the years ahead. Similarly, the revolutions occurring in biotechnology and AI, which are redefining what it means to be human by pushing back the current thresholds of life span, health, cognition, and capabilities, will compel us to redefine our moral and ethical boundaries.
Shaping the future
Neither technology nor the disruption that comes with it is an exogenous force over which humans have no control. All of us are responsible for guiding its evolution, in the decisions we make on a daily basis as citizens, consumers, and investors. We should thus grasp the opportunity and power we have to shape the Fourth Industrial Revolution and direct it toward a future that reflects our common objectives and values.
To do this, however, we must develop a comprehensive and globally shared view of how technology is affecting our lives and reshaping our economic, social, cultural, and human environments. There has never been a time of greater promise, or one of greater potential peril. Today’s decision-makers, however, are too often trapped in traditional, linear thinking, or too absorbed by the multiple crises demanding their attention, to think strategically about the forces of disruption and innovation shaping our future.
In the end, it all comes down to people and values. We need to shape a future that works for all of us by putting people first and empowering them. In its most pessimistic, dehumanized form, the Fourth Industrial Revolution may indeed have the potential to “robotize” humanity and thus to deprive us of our heart and soul. But as a complement to the best parts of human nature—creativity, empathy, stewardship—it can also lift humanity into a new collective and moral consciousness based on a shared sense of destiny. It is incumbent on us all to make sure the latter prevails".
This article was first published in Foreign Affairs
Author: Klaus Schwab is Founder and Executive Chairman of the World Economic Forum
Image: An Aeronavics drone sits in a paddock near the town of Raglan, New Zealand, July 6, 2015. REUTERS/Naomi Tajitsu
A imagem pode conter: grama, atividades ao ar livre e natureza
Nenhum texto alternativo automático disponível.
A imagem pode conter: 1 pessoa
A imagem pode conter: 1 pessoa, terno e texto
A imagem pode conter: texto